Fui na ufs…

October 3rd, 2007

Caralho, aquele lugar é MUITO grande =x

Quando eu cheguei lá perguntando onde era o CCV, lá vem o cara me perguntando: “vc tá de carro ou a pé?”. Agora entendo pq que aquilo é uma “cidade” universitária.

Resumindo, andei PRA CARALHO pra encontrar a porra do CCV =x

UFS = Universidade Federal de Sergipe

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Todo fanboy tem que falar do que ele é fã, então vamos lá ;]

O ArchLinux Brasil é um projeto formado por usuários brasileiros da distribuição ArchLinux, que tem como maior objetivo divulgar e tornar o ArchLinux mais próximo e acessível para os brasileiros.Para isso estaremos traduzindo e criando novos documentos em nosso idioma, tirando dúvidas, realizando eventos e, claro, trocando muitas idéias.Se você já é um usuário do ArchLinux, e deseja participar da nossa comunidade, pode fazer isso cadastrando-se na nossa lista de discussção, no fórum ou visitando o nosso canal no IRC. :-)

Princípios

 

  • A natureza básica do Arch

* Leve e simples.

* Não tendo sido projetada para para ser uma distribuição para novatos ela é direcionada para o usuário mais experiente.

Arch Linux é minha (Judd Vinet) distribuição perfeita, para resumir. Eu iniciei sua construção por dois motivos:

1. Eu não encontrei nenhuma outra distribuição que atendesse meus ideais. Algumas chegaram perto do que eu queria, mas haviam problemas incomodos, ou complexidade adicional que parecia mais atrapalhar do que ajudar.

2. Por diversão, e para dar em troca alguma coisa é comunidade de software livre, já que eu obtive dela tanto.

* O objetivo é desenvolver o Arch numa base de software perfeita. A base não inclui ferramentas atraentes e auto configuração, mas ferramentas manuais de configuração e umas poucas funções para os usuários poderem realizar desenvolvimentos adicionais por sí mesmos.

* É um presente gratuito “para dar em troca alguma coisa à comunidade de software livre, já que eu obtive dela tanto”. Quando se recebe um presente de alguem, normalmente é esperado que se dê algo em troca. Assim, usuários são bem-vindos para contribuir com idéias, ferramentas e sugestões.

* Há dois lados no Arch Linux: (1) Desenvolvedores e (2) Contribuições dos usuários. Não espere que os lados se juntem num são mas que possuam uma relação mutua onde qualquer um possa escolher o que quer adicionar a sua maquina.

* Não deixe que ferramentas / Interfaces gráficas (GUIs) controlem o sistema mas sim que sejam controladas pelo usuário. Não há nada de errado em se ter interfaces gráficas desde que elas sigam este princípio.

* Não seja controlado/dependente do que as ferramentas oferecem. Quando desenvolvendo ou selecionando um utilitário, ele deve ser escrito numa linguagem de programação facilmente manipulável/legível (KISS) para permitir os usuários modificá-lo se eles quiserem.

* O desenvolvimento central do Arch Linux não proverá nenhum utilitário/interface gráfica “amigável-ao-novato” momento algum num futuro práximo.

* Nós, humildes desenvolvedores, continuaremos a prover a Arch como uma base sólida para todos e qualquer um. Se vocês querem fazê-la mais bonita, tomem-na.

 

  • Filosofia

Sistema de valores sob os quais a (distribuição) Arch é desenvolvida.

* KISS (Keep It Simple, Stupid - Mantenha A Coisa Simples, …) é a base do desenvolvimento da (distribuição) Arch.

* Na Arch, “simples” é diferente do que é considerado em outras distribuições. O aprendizado é mais importante do que obter algo feito de maneira fácil.

* Depender de interfaces gráficas para construir/usar o sistema significa apenas ferir o usuário no final das contas. Em algum momento um usuário precisará saber tudo o que a interface gráfica esconde.

* Se você tenta esconder a complexidade do sistema, acabará com um sistema mais complexo. Em vez disso tente fazer o sistema mais simples e lógico a partir de dentro.

* Mais cedo ou mais tarde você terá que procurar informação na web e usenet (se man não for suficiente). Aprender como e onde procura-la Internet deveria ser a primeira tarefa na aprendizagem de um novato.

* Quando usuários dizem que tais e quais distribuições não são como tais e quais distribuições, a Arch permite a ele fazer todas as contribuições que quizer desde que não vê contra os ideais do projeto ou da filosofia (da Arch).

* A solução não é demandar que o Arch Linux desenvolva ferramentas e documentações, mas tentar entender qual o objetivo e filosofia do AL… o que o faz diferente dos outros.

* O que é bom das contribuições é que você não precisa de permissão de ninguem para fazê-las. Ninguem pode fisicamente impedi-lo de escrever algo que você (pessoalmente) ache útil, mesmo se as “forças que sejam” não veja como uma benção. Escreva e coloque no fórum de Contribuições do Usuário. Se outras pessoas gostarem dela, você receberá retorno (feedback). Se virtualmente todos lá fora além de você a odeiam, quem se importa? Tomou-lhe 20 minutos para escrevê-la, e você aprendeu algo no caminho. é uma situação de ganho, não importa o que.

* Ela é o que você faz dela.

* PRÓS e CONTRAS

PRÓS

* distribuição otimizada para i686

* pacman: Atualização do sistema em um comando: ‘pacman -Suy’

* pacman: Controle de dependências

* pacman: Não é necessário o X

* ABS: precisa-se escrever a função de construção apenas uma vez … construir outra versão de um pacote é extremamente fácil.

* ABS: você pode construir os pacotes na sua máquina com um comando

* pacotes atualizados

* totalmente personalizável

* as pessoas nos bastidores são gentis, motivadas e capazes

* leva menos de 20 minutos para ter um sistema plenamente funcional

* perfeita para aprender Linux

* não muito popular, porque não é conhecida

CONTRAS

* pacman: precisa de uma conexão répida com a Internet para estar sempre atualizado com facilidade

* não muito popular, porque não é conhecida

* alguns conflitos por utilizar as bibliotecas mais recentes

* falta de funçães amigáveis-ao-novato

Fontes:

* retirado do blog do hokakey

Link Adicional, mas muito interessante:

Blog do Hdoria

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SLiM - Gerenciador de Login Leve

September 28th, 2007

SLiM é um gerenciador de login leve, como o KDM, o GDM, o XDM. Não possui ferramentas fáceis de configuração, mas é tranquilo para utilizar, e muito bonito.

No arch, o SLiM está disponível no repositório extra, e para instalar basta contar com a ajudinha do nosso amigão pacman:

pacman -S slim

Tem também um pacote chamado slim-themes, também do repositório extra, que eu não instalei, mas é bem grandinho(5mb), então deve ter pelo menos uns 5 temas =) Outros temas podem ser encontrados aqui.

Pronto, instalado o programa, vamos configurá-lo:

  1. Primeiramente, você necessitará de um .xinitrc na pasta do seu usuário, o que vai definir qual gerenciador de janelas ele irá abrir, além de poder definir outros programas que serão iniciados junto com sua sessão(no meu caso, eu utilizo openbox, e meu .xinitrc pode ser encontrado aqui.)
  2. Basicamente, a configuração do SLiM pode ser feita no arquivo /etc/slim.conf, e as configurações padrões para serem modificadas são essas:
    1. numlock - define se durante o slim, o num lock vai estar como padrão em ligado ou desligado. Eu, particularmente, recomendo botar essa opção como on, pois normalmente senhas possuem números, e eu gosto de utilizar o teclado numérico.
    2. sessions - define os tipos de seções que estão ativados para o seu sistema. Eu não sei direito pra que serve essa função, mas de qualquer maneira, mudei o meu para openbox.
    3. screenshot_cmd - define qual o comando utilizado quando se pressiona a tecla F11, que serve para tirar screenshots. O valor padrão é válido se você tiver o imagemagik instalado, caso não, você pode querer modificar para seu programa de screenshot favorito.
    4. current_theme - a melhor parte de todas, o TEMA! Para instalar um tema, você deve mover a pasta dele para /usr/share/slim/themes/, e então definí-lo nessa opção do arquivo de configuração.
  3. Pronto, temos nosso arquivo de configuração devidamente configurado =) Agora vamos adicioná-lo na lista de daemons do rc.conf:
    Na linha DAEMONS, vamos deixá-la +- desta maneira, adicionando a palavra slim no final:
    DAEMONS=(!syslog-ng alsa mpd @network netfs !crond hal slmodem slim)

Então, finalmente, nós podemos reiniciar e aproveitar nosso novo gerenciador de login! =) Qualquer dúvidas, só postar nos comentários.

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O Ateísmo.

September 26th, 2007

Bom, nesse post eu irei explicar uma das dúvidas que as pessoas tem sobre mim, uma das muitas, e creio, uma das mais importantes: a minha religião(ou, mais propriamente falando, a falta dela).
Atualmente, eu costumo dizer que eu sou “ateu”. O ateísmo é um movimento que prega a descrença a toda e qualquer entidade divina, seja ela Monoteísta, Politeísta. A palavra ateu vem do grego a -> ausência e teu -> théos, que significa deus. Então, a tradução literal da mesma quer dizer “sem deus”.
O ateísmo é uma posição ideológica em relação a crença em deus(es). Não é, de maneira alguma, uma religião, pois de certo modo, para ser uma religião, deve existir a crença em um deus, o que não ocorre de fato.
Parafraseando a Wikipedia:

Existem tantos ateus, diferentes entre si, quanto as pessoas de uma dada população, no seu todo. Pelo simples fato de uma pessoa ser atéia, não se pode inferir que esta pessoa esteja alinhada a qualquer crença positiva particular (isto é, que não se limite à ausência de crença) e não implica a aceitação de qualquer sistema filosófico específico. O ateísmo também não é uma visão do mundo ou um modo de vida: existem ateus com os mais diversos gostos musicais, preferências políticas, clubes de futebol, escolhas morais, etc. Além disso, o indivíduo ateu não é necessariamente ligado ao comunismo ou a qualquer outro sistema particular de organização social. Os ateus representam muitas vertentes do espectro político. Obviamente, o fato dos ateus discordarem das idéias de pessoas religiosas não significa que defendam a perseguição dos religiosos.

Então, explicado o que é o Ateísmo, iremos para a próxima parte: “Porque você, como ser humano criado por Ele, refuta a existencia do mesmo?”
Por algumas questões simples, que eu prefiro enumerar:

  • “Deus é onisciente e onipresente.”
    Um Deus onisciente, que tem todo o conhecimento acerca dos acontecimentos futuros, é impotente para mudá-lo visto que este futuro (que já é conhecido de antemão) já está determinado, embora o cristianismo aponta que o ser humano possui livre arbítrio então o futuro já não precisa ser alterado.
  • “Deus nasceu do nada, e não houve nada antes dele.”
    É meio improvável, para não dizer impossível, um ser nascer de si mesmo, já que todo ser vem de outro, tudo tem um início. É, simplesmente, inaceitável então, que algo possa nascer de si mesmo, pois se não havia NADA antes Dele, como que Ele surgiu então? É uma pergunta sem resposta, a qual os católicos simplesmente tentam evadir com uma resposta do tipo:
    ” Deus é o Ser Supremo, um espírito dotado de entendimento e de vontade, infinitamente perfeito que existe por si mesmo - porque de ninguém recebeu a existência, ninguém O fez - e de quem todos os outros seres recebem a existência.”
    Isso é uma resposta não conclusiva, que apenas mostra a falta de raciocínio próprio, e de crença na razão que a religião causa.

Enumerei apenas dois dos argumentos ateístas, pois acredito que existem textos por aí que podem explicar essa questão melhor do que eu, que infelizmente, os argumentos me fugiram à cabeça =P

Então, vamos ao próximo passo: “O que aconteceria se não houvessem religiões?”
Para responder essa pergunta, irei parafrasear um texto escrito por um amigo meu, que mostra exatamente esse questionamento:

Dizer que a religião ajuda a moralizar a sociedade é o mesmo que dizer que é necessário o medo de um castigo eterno e a esperança de uma recompensa no céu para que as pessoas façam o que é certo. Sem religião, as sociedades, mais cedo ou mais tarde, se darão conta de que ética e moral se justificam por si mesmas e não devido a vagas crenças em coisas não comprovadas. Seus valores serão baseados na razão e, portanto, muito mais sólidos. Pelo contrário, crenças religiosas nos permitem atribuir aos desígnios de uma entidade abstrata e omnipotente os problemas que afligem o mundo e nos tiram assim a responsabilidade de resolvê-los. Até mesmo grupos de chimpanzés e gorilas têm suas leis; sua inteligência, ainda que limitada, lhes permite reconhecer que, sem elas, a convivência não seria possível e o grupo se auto-destruiria. Alguns podem se perguntar como seríamos hoje sem ter tido a religião ao longo dos séculos. Uma coisa é certa: milhões de pessoas não teriam morrido na fogueira ou torturadas. Civilizações e suas culturas não teriam sido arrasadas por serem pagãs. A ciência não teria se estagnado por tanto tempo (e mesmo regredido) por medo da fogueira. As mulheres não teriam sido afastadas de uma participação ativa ao lado dos homens nem tratadas como simples reprodutoras. As contribuições da religião para o bem-estar e o progresso da sociedade foram, na verdade, obra de indivíduos e organizações mais do que o resultado de uma crença religiosa. Somando-se tudo, é possível que o resultado ainda seja mais negativo que positivo.

Bom, espero que com esse post, eu tenha ajudado a esclarecer algumas dúvidas que vocês têm sobre a minha pessoa =P Qualquer coisa, podem comentar que eu terei o maior prazer em responder.

Ensiferum é uma banda de Folk/Viking Metal finlandesa, que vem, desde 1995, mostrando do que é capaz, com vocais alternados entre guturais, screams e vocais limpos, além de letras extremamente folclóricas, sobre guerras, dragões, espadas (o nome da banda significa “Mãos no Ferro”, em latim, mas nada que abatenha o clima heróico do som).

Para quem quiser conhecer essa banda, que está entre a minha seleta lista de recomendações, pode baixar a discografia via torrent aqui.

E lembre-se, se gostar da banda, compre o CD original, isso ajuda as bandas a crescerem e ganharem mais notoriedade no cenário.

Edit: Atualizei o link para um mais atual e que parece estar funcionando =x

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Bom, primeiramente, quero agradecer pelo espaço para o Luís(vulgo Pequeno3d), que em um momento de extrema generosidade(ou excesso de drogas, não sei) resolveu criar um subdomínio pra mim(ou então ele resolveu aceitar meu pedido porque achou que eu ia matar ele).

O TechTalk é a continuação do trabalho que eu vinha prestando no “Sryche’s Blog“, e também um “respawn” do Kingdom Of Loss, meu primeiro blog não-nerd, que eu deletei por não ter muita inspiração para postar nele, justamente por achar que ele deveria ter bons textos, e inspiração para isso é meio raro.

Resumindo o que eu disse até agora, nesse blog irei falar sobre 3 tipos de coisas: nerds, pessoais e música. Vai ver é isso que eu mais gosto na vida, ou então porque é somente isso que eu gosto mesmo de escrever sobre. Ao contrário do “Sb”,  não irei falar apenas sobre Linux, Informatiqué e derivativos, mas coisas que acontecem comigo, pensamentos internos, merdas que eu acho na internet, sobre algum novo cd de metal que eu escutei e achei muito foda, ou simplesmente sobre moléres :)

No mais, espero que vocês aproveitem o blog, ainda hoje fecho o “Sb”, não trarei as postagens dele para cá, elas vão se manter sempre lá, quero dar um novo início com esse blog.

Até mais, pessoal!

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